enfio a cabeça na água escorrente, tenho os pulmões de ferro ferrugento a flutuar, a lingua de seda barata arde e seca como cortiça ao sol!
engulo os pensamentos e bebo água para os empurrar, não parece haver maneira dos digerir! esmago uma folha de hortelã como vi fazerem no filme e misturo com água a ferver! dizem que é bom para a digestão ou será para o hálito? pouco importa desde que dilua o soluto!
sobe o calor das unhas para os tornozelos pára no joelho e segue para o olho, percorre o peito e atinge o queixo! a barba nao conta tá por fazer! diz o GORDO amigo de longa data. Quem tudo quer nada tem! returquio o MAGRO senhor duma grossa voz. assim volto a engolir desta feita uma pratada de opiniões com espinafres para ver se sabem melhor! blhurq era esparregado e sem sal!
sábado, 20 de outubro de 2007
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
ré su rei são
correr o mundo possuir almas vaguear com o vento sentir o eco do vazio tocar em tudo e todos viver a loucura cheirar o enxofre do sonho unir o impossivel beber a verdade mergulhar no espaço nadar com as estrelas tocar na luz abrir os olhos e ser vida
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