acordei com sede de abraços... aqueles braços que me cobrem de calor... saudades daquela chama que não é paixão carnal, mas que envolve e arrepia da mesma maneira... aquela sensação de café que vem da mescla de euforia bebida e conversas cerejadas...
nao sei explicar acordares... e vontades dormidas... luas e soles pousados no mar, que se seguem numa perseguição constante, sem fim... nem principio... apenas com pausas romanticas e copulas de ilusão optica...
BAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quero viver na distancia de passos falados e braços abraçados a todos os que conheço e desconheço...
sinto que este grito faz demasiado eco para passar informação sem aborrecer quem escuta...
culpo esta cidade de betão que cala vozes e levanta leituras, permite estabelecer ligações com outros mundos mas também afasta as proximidades...
...de qualquer das formas, ergo os meus braços para ti.... e afago as tuas costas, num doce e intemporal abraço...
tenho saudades!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Subscrever:
Comentários (Atom)