quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

em brulha tu do nu ma espumamistura dadecores



enrola e rebenta vezes sem fim bate na rocha negra até que nada mais fique além dum puro e cristalino vinco. vem e volta a vir afagando a areia num doce carinho que solta risos prisioneiros duma ansiedade que empurra o estomago para o lado e contrai o rosto na forma mais contangiante. cria cores do imaginário e aparecem cenários vagarosos carregados de energia e emoções não vividas... na penumbra dum olhar lusco fusco sobe a agua como chama viva que aquece joelhos e faz escorrer pingas pela espalda depois de trespassar o corpo quente do veraniante mais inquieto do ano - o pul(g)ão da areia - sempre em saltos maiores que a sua propria conta - mas assim é que é feliz, a fazer o impossivel e a pintar o seu mundo de altos e baixos (invisiveis para o simples gigante) e sempre a cantorolar .... venhaaespumadetodasascores em disfarçesdecordeirosegaivotas...