quarta-feira, 7 de maio de 2008

e.. clipse...

acordei com sede de abraços... aqueles braços que me cobrem de calor... saudades daquela chama que não é paixão carnal, mas que envolve e arrepia da mesma maneira... aquela sensação de café que vem da mescla de euforia bebida e conversas cerejadas...

nao sei explicar acordares... e vontades dormidas... luas e soles pousados no mar, que se seguem numa perseguição constante, sem fim... nem principio... apenas com pausas romanticas e copulas de ilusão optica...

BAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quero viver na distancia de passos falados e braços abraçados a todos os que conheço e desconheço...

sinto que este grito faz demasiado eco para passar informação sem aborrecer quem escuta...

culpo esta cidade de betão que cala vozes e levanta leituras, permite estabelecer ligações com outros mundos mas também afasta as proximidades...

...de qualquer das formas, ergo os meus braços para ti.... e afago as tuas costas, num doce e intemporal abraço...

tenho saudades!

3 comentários:

Babita disse...

tambem acordo assim muitas vezes, ao nível da água ou planando sobre as montanhas. Da agua que mata a sede dos afectos, da montanha virtual que é amor e humanidade. estamos na mesma onda, às vezes, meu amor!

Shambhala disse...

Há coisas que não vão mudar nunca :)
"É preciso fazer-se Homem para entender as palavras..."- E ser-se Sonho para se perpetuar na vida. saluzumo num outro tempo e espaço :) ateh

Minorka disse...

Eu sei o que isso é.. Já acordei assim muitas vezes. Agora que estou sozinho essa saudade aumenta a cada dia. Amo-te muito Ana mafalda!!

Minorca
http://minorka.bloguepessoal.com